Samba no bebop dos ianques

Show de bola a manchete do site LanceNet sobre a vitória do Brasil em cima dos batedores de baba de Obama.
Quem me mostrou foi o Olé, da Argentina.

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Quem me mostrou foi o Olé, da Argentina.
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Depois do vídeo que postei no YouTube, mostrando Margareth Menezes dizendo que o pagode baiano é "ridículo", uma "merda", uma "porcaria", e deu um rebucetê danado (haja vista o número de acessos e comentários ao vídeo), ela resolveu se retratar e pedir desculpas através de alguns órgãos de imprensa.
Maga disse ao Correio* que tem o maior respeito pelo pagode e pelos artistas do gênero, e tentou se explicar dizendo que o vídeo foi postado "de forma maldosa no YouTube, destacando um trecho sem mostrar o contexto". Nadaver.
Na verdade, o tal contexto queimaria ainda mais o filme da cantora. Explico: Uma pessoa da plateia tomou o microfone e insinuou que Margareth e outros artistas da axé music eram omissos nas questões sociais. E o que Maga fez? Negou. Tirou o dela e dos colegas de axé da reta e meteu, sem qualquer explicação (ou melhor, fora do contexto), o dos pagodeiros. Mas, vamos combinar que ela não fez isso por maldade.
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Gravei esse vídeo de Maga se declarando anti-pagode na terça (12/05), quando fui fazer uma entrevista com Marcelo Yuka para o programa Por Trás, da Metrópole TV. Editei aqui no Final Cut, aculhãozadamente (já que ainda não sei mexer direito no programa), e coloquei no blog, porque achei que pode dar samba (ou pagode). Enfim, ei-lo aí e, logo que sair, posto a conversa com Yuka, que ficou show de bola.Em tempo, pra cumprir outra promessa feita em posts passados, segue link para a entrevista com Ruy Castro, que também ficou massa. Depois de desancar Lobão e Ronaldo Fenômeno, ele riu de uma piadinha minha. Rá! Mas é sério: vale a pena conferir a entrevista. Ruy Castro é uma figuraça.
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Me fudi, mas valeu a pena. Fui ao Barradão ontem, cobrir a final do Baianão, sem cobertura, de baixo de uma chuva e de um vento filadaputa, com câmera digital da Metrópole TV e dois celulares nos bolsos (um meu e outro de João Lins, editor de vídeo da TV, com quem marquei, mas não me encontrei). Me bati sim foi com Paulo (um amigo dos tempos de colégio), com quem fiquei conversando e resmungando sobre a atuação do nosso time (o tricampeão) durante boa parte do jogo.
Estacionamos nossos corpos numa grade acima das arquibancas, perto da entrada principal. Foi dali que filmei os dois gols rubro-negros e a festa da galera debaixo do aguaceiro. Filmei, aliás, o que a chuva deixou filmar, já que estava preocupadíssimo: a câmera ficou diversas vezes molhada, embassada, enfim, com cara de quem ia entrar água.
Mas onde parecia que ia 'entrar água, na porra toda' foi no nosso chopp. Jahia 2x0, sério, chegou a preocupar. O chute que Reinaldo Alagoano deu em cima de Viáfara, no início do segundo tempo então, fez trancar tudo, que não passava nem diarreia braba. Ainda bem que nós, como eles, também tivemos direito a cagadas. Neto Baiano largou seu barro: 1x2. Ramon Menezes (ainda que eu preferisse Viáfara) puxou a corda e deu a descarga no tricocô: 2x2. (Tri somos nós!)
Saí de lá aliviado, mas a volta pra casa não parecia das mais empolgantes. Esqueci de explicar que a pauta da vídeo-reportagem não era simplesmente o jogo, mas também o clima dentro de um buzu no caminho de ida e de volta do estádio, que segundo André Teixeira, meu chefe, foi sugerida pelo chefe-quase-mor Chico Kertész (o mor é Mário. Você conhece o Mário?...)
Já que não podia pegar nem táxi, nem carona, caminhei que nem pinto molhado (e ainda de baixo d'água) ao ponto de ônibus, e deixei passar dois carros abarrotados de rubro-negros, sem espaço suficiente para comportar meus magros ossos. Caminhei para o ponto seguinte, pra evitar a confusão na entrada do buzu, e - burucutu - emburaquei-me na traseira de um Estação Pirajá que passou, cá depois da entrada de Sete de Abril, após testemunhar torcedores da Imbatíveis empunharem paus e pedras para meterem em alguém ou algum lugar, bem ao meu lado. Achei que ia sobrar também e adiantei meu passo.
Seguiram o caminho deles, graças a São Paulo César Carpegiani, enquanto estacionei no ponto, com um saco da Di Santinni na cabeça, me protegendo da chuva e escondendo o meu arquétipo 'mauriçola' perdido, que meus cabelos erroneamente me conferem. No buzu da Estação, acomodado na traseira, filmei um bêbado ameaçando vomitar em meu pé, uma piriguete preocupada se eu ia mandar as imagens dela pra Bocão e até torcedores tricolores ouvindo os mais impronunciáveis adjetivos às suas miseráveis condições. Tudo isso fechou a minha via crucis com final feliz: o tri-campeonato baiano do meu Vitória, que não fez o banho de bola se traduzir em tentos, mas pelo menos faz em taças: 8x1 na década.p.s.1: Ok. A volta não terminou tão feliz assim: ainda tive que dar uma boa paletada, debaixo de chuva fina, até a estrada de Campinas, onde peguei um Pirajá e desci pra Marechal Rondon, onde dormi.
p.s.2: Aos torcedores coligados, a piada com o 'barralixo' foi inevitável. Considerem liberdade poética. Comemoremos, vamos!
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- amor.
- oi?
- comprei um presente para você.
- é o que eu estou imaginando?
- não sei.
- um anel de brilhantes?
- não.
- um brinco?
- não.
- um carro, você comprou um carro!?
- não.
- é.... é....é.... tá vendo aquele cocô ali?
- caralho! você comprou um cocô?
- não, um cachorro.
>>> Apesar do estilo (ham-ham!), o texto não é meu. É de um maluco chamado Erick Rosa, que assina a coluna "Um brasileiro em Portugal" do jornal Destak (se não me engano). Ele postou esse textículo em seu blog Bigode Molhado, que eu sigo já há algum tempo e resolvi indicar aqui. Vejam aí. Tem várias ondas massa.
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Possuído pelo mais destemido espírito gonzojornalístico, caí - como de costume - na besteira de entrar de cabeça numa das minhas reportagens, para mais uma vez me arrepender amargamente da decisão preciptada.
Na verdade, 'amargamente' não é o termo mais apropriado para o caso, já que a depilação com cera quente, à qual me submeti para fazer essa matéria pro Jornal da Metrópole, era feita do mais doce mel, fornecido por algum apiculturista sacana lá das bandas da Pituba.
Foi por ali, numa casa de depilation, que eu passei a 'máquina zero' nos meus ralos pentelhos intermediários e senti a dor lancinante comparável a um tapa de mão aberta na caixa dos peitos ou, talvez, à retirada abrupta dos meus órgãos internos através de um aspirador gigante. A porra dói, véi.
Ficou a lição, mais uma vez, e a orientação para nunca mais fazer pouco caso quando ouvir alguma coitada dizer que 'mulher sofre pra ficar bonita'. Se eu fosse mulher, eu seria uma baranga descuidada convicta!
Para ler a matéria completa, clique aqui e vá até a página 19.
P.S.: Eu assino a matéria, mas não me identifico na foto. A dor já foi queimação de filme suficiente.
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Se ler Nelson Rodrigues não viciasse, eu recomendaria para todo mundo, mas não é o caso. Pra provar o que digo, trouxe aqui um pedacinho da droga. (É o trecho de uma crônica do reacionário chamada "Flamengo sessentão" - NR era Flu doente -, publicada no jornal Manchete Esportiva, em 1955, e que integra "À sombra das chuteiras imortais", coletânea de crônicas de futebol organizada por Ruy Castro que devo terminar de ler até a quarta-feira de cinzas. Todo carnaval tem seu fim).
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A "Pilha Pura", seção do Jornal da Metrópole que corneta/fala mal de algum segmento, grupo, tema, assunto começou a ser escrita (mas não assinada) por mim, desde a última semana. Batizada com a típica expressão por sugestão minha, deve render boas sacanagens, como na estreia, que segue, sem as edições sofridas antes do jornal ir pro prelo. (Registre-se, entretanto, que não concordo com tudo que disse. Pilha é pilha).
Depois que Caetano Veloso disse em seu blog que “a melhor coisa do mundo é pagode baiano” decidimos parar pra ouvir algumas das mais recentes produções do gênero, na tentativa de ratificar (ou não) a declaração do cantor santamarense.
‘Cagüete’ descarado
Com o perdão do trema, que “vai ser derrubado”, a galera do No Stylo abre a série com o primeiro sucesso da banda, que conta o dia-a-dia de um jovem da periferia. Mostrando que o sistema é bruto até para quem ama a violência, “Vai ser derrubado” virou “Vai seu derrubado”, perdeu o tom de ameaça de morte e só assim passou a tocar nas rádios. Sucesso, apesar das péssimas opções estéticas.
Fantasmão assustador
Mas se engana quem acha que somente o No Stylo está com “sangue no olho”. O Fantasmão, a ótima banda que promete arrebentar outra vez neste carnaval, também tem letras de arrebentar a cara de um folião desavisado. Na auto-explicativa “A gente broca”, o vocalista Eddye até pede “pra não dar murro no olho”, mas logo em seguida emenda: pra colar com ele “tem que aguentar madeirada”. Assim, “pode sair da frente” porque eles vão “descer quebrando”.
Xoxoteiros de carteirinha
A opção pra quem não quer digladiar no pagodão é cair na ‘safadiagem’. E nesse quesito, o Black Style não perde pra ninguém. Depois de botar as mulheres pra ralar a “tcheca no chão” e descer “com a mão no tabaco”, a trupe resolveu dar uma variada: a idéia agora é esfregar “a xana no asfalto” e mexer a “perereca pra frente e pra trás”.
Raspadinha
A temática ginecológica também é explorada por outras bandas. Depois de Zéu Britto fazer sucesso com sua “Raspadinha”, agora é a vez da banda O Back (que a galera do Pagodart traduziria como “Ma+conha”) colher os louros da fama com uma canção homônima. “Ela tenta botar no veó / Ela tenta botar moicano” são apenas as primeiras frases da música... “Salve o compositor popular”.
Kuduro
Esgotadas as referências às partes pudendas das piriguetes (o “badalo do negão” parece estar em baixa), uma velha novidade: o kuduro, que “não é rap” e “não é samba”, mas virou pagode quando veio de Luanda (Angola). Fantasmão e Psirico disputam o pioneirismo do ritmo, mas é o primeiro quem tentará emplacar a música “Kuduro” como música do carnaval, este ano. A julgar pelo nome, o ritmo não deve ser dançado por qualquer bunda mole. Ainda assim, Caetano parece bastante interessado.
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Se há uma coisa que me faz dizer "como eu era abestalhado" é rever/reler as cartinhas de amor (enviadas e recebidas) que tenho guardadas em uma caixa - não são poucas: umas cem!
Se colocasse apenas um trecho das coisas que reli e me 'aterrorizei', já morreria de vergonha... Mas há as exceções! E é justamente uma delas que vou destacar aqui, para fazer, como de costume, o passado parecer mais interessante do que realmente foi/é.
São os últimos versos de um poeminha bossa-nova que mandei pra minha ex-namorada. Dizia assim:
"...Eu nunca vou me conformar
Com o quanto posso oferecer
Parece pouco pra falar
Mas custa-me reconhecer
Eu sei como te conquistar
Também como te convencer
Uns versos pra rimar com 'amar'
E outros rimar com 'você'".
(hahaha! é ruim demais, mas é legal. / de 03 de agosto de 2002, às 04:15 AM).
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Comentários prévios: 1. Não costumo reclamar das edições que fazem de mim (das minhas matérias). Cortar, resumir, dar uma reduzida no tamanho do texto, antes da publicação, é compreensível. Quase sempre inevitável; 2. Pra ser um bom editor tem de ter a manha, a sensibilidade certa pra saber onde passar a faca, onde tirar as banhas ou mesmo os desvios... mas quando uma matéria de quatro páginas se transforma em uma de duas, não tem editor que dê jeito; 3. Pra tirar um pouco da má impressão que ficou de mim (do que escrevo), com relação à matéria sobre garotos de programa publicada na Metrópole 14, que fiz junto com Bruno 'Gandhi' Santana, disponibilizo-a aqui, na íntegra, sem os merecidos cortes que deveria ser estendido a esse prefácio; 4. (Pra ver como a matéria ficou na Revista, clique aqui).
Putos da vida
João Gabriel Galdea
Penteadeira de puto
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Depois que meu orkut realmente começou a parecer um currículo, resolvi transferir o meu portifólio on line para um lugar mais apropriado. Fazendo uma caridade, trouxe (quase) tudo pr'aqui, pr'este blog relegado, que há tempos não me recebe nem p'rum cafezinho. Péssimo sinal: Eu realmente não me interesso por mim mesmo. Mas quem sabe você se interessa. Quem sabe você, sem pressa...
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Ouça os programas do Cacete Armado (Rádio Metrópole), algumas entrevistas feitas por mim, além dos programas gravados para a Rádio Facom.
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James Martins, repórter da Revista Metrópole, em coletiva de imprensa de Cláudia Leitte realizada em 30 de janeiro de 2008 no restaurante Boi Preto, Boca do Rio, Salvador.
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João Gabriel Galdea, Revista Metrópole, na mesma coletiva.
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Jornal da Facom
por André Uzêda e João Gabriel Galdea
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El Troncho Meduso
Upload feito originalmente por galdea
Arte do computador ultra-mega-pós-moderno de Marcos (Pal)Meira, que me deixou com a cara do Slot, dos Goonies.
Cho-colate! Cho-colate!
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Motivo do retorno ao blog, do retorno às páginas da minha webpage: Viviane Araújo.
Talvez não. Marcos Meira foi quem me lembrou que ele existe, quem voltou a criticar a minha caretice e extrema semelhança à estética 'emocórica'. Eu daria um belo emo, mas não dou.
Da redação da Rádio Metrópole de Salvador, sai o post de reinauguração do blog: Mais Um Belo Para Viviane Araújo. Entrevista que ela, deu pra mim (olha lá onde enfia essa vírgula...). "Por mim!", diria Juliana Cunha, que contestou a importância da estrela decadente para uma entrevista à rádio.
Para mim não foi para a rádio, foram para as minhas teias. Minhas fotos com Vivi, para o ciúme de Fábio Mendes, meu amigo e para quem Vivi é mais do que uma bronha antiga, já estão na rede. Aqui, no blog reativado, só uma, pouco reluzente.
Não entreguei o ouro! Não coloquei o que não era para colocar, mas, quem se importa? Aliás, quem sabe do que eu tô falando?
Acrescente-se aí que lhe fiz perguntas cretinas, que tremi um pouco na base e que a base que ela usou no rosto foi insuficiente para o grand canyon de suas rugas. Rusgas sempre ficam em ocasiões como essa. Estamos de volta.
J.G.G
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Caso não consiga visualizar a parada aí em cima, clique no link aqui embaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=7FoNwb1PCVA
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